Analise o texto a seguir: O Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) deflagrou uma operação que apura possíveis fraudes em licitações feitas por uma prefeitura do noroeste do estado do Rio de Janeiro. Chamada de Burnout, a ação cumpriu oito mandados de busca e apreensão em algumas cidades também do interior carioca. Durante a operação, o secretário de Saúde do município foi intimado judicialmente a prestar depoimento e afastado do cargo por 90 dias. As investigações do MPRJ investigam uma série de fraudes licitatórias que podem ter ocorrido durante a gestão dele na pasta. Entre os possíveis crimes, há uma compra de 10 mil testes de Covid-19, adquiridos no fim com indícios de sobrepreço. Além do valor acima, também foram identificados sinais de irregularidades no processo de contratação da empresa fornecedora dos exames, o que teria promovido o favorecimento da mesma na licitação. Outro contrato investigado, teria sido feito para solicitar uma série de atendimentos e procedimentos de fisioterapia durante a pandemia. Segundo os investigadores do MPRJ, nesses contratos haveria uma diferença considerável entre o número de habitantes da cidade e o total elevado de exames realizados. A equipe do Ministério Público também teria se surpreendido com a velocidade com que os pagamentos eram repassados à empresa responsável por prestar o atendimento, bem como divergências entre o que era solicitado e o que de fato foi realizado pela população. De acordo com órgão, o caso segue sendo apurado em sigilo.

maio 16, 2024 Off Por Luís Fernando

Analise o texto a seguir:

 

O Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) deflagrou uma operação que apura possíveis fraudes em licitações feitas por uma prefeitura do noroeste do estado do Rio de Janeiro. Chamada de Burnout, a ação cumpriu oito mandados de busca e apreensão em algumas cidades também do interior carioca. Durante a operação, o secretário de Saúde do município foi intimado judicialmente a prestar depoimento e afastado do cargo por 90 dias. As investigações do MPRJ investigam uma série de fraudes licitatórias que podem ter ocorrido durante a gestão dele na pasta. Entre os possíveis crimes, há uma compra de 10 mil testes de Covid-19, adquiridos no fim com indícios de sobrepreço. Além do valor acima, também foram identificados sinais de irregularidades no processo de contratação da empresa fornecedora dos exames, o que teria promovido o favorecimento da mesma na licitação. Outro contrato investigado, teria sido feito para solicitar uma série de atendimentos e procedimentos de fisioterapia durante a pandemia. Segundo os investigadores do MPRJ, nesses contratos haveria uma diferença considerável entre o número de habitantes da cidade e o total elevado de exames realizados. A equipe do Ministério Público também teria se surpreendido com a velocidade com que os pagamentos eram repassados à empresa responsável por prestar o atendimento, bem como divergências entre o que era solicitado e o que de fato foi realizado pela população. De acordo com órgão, o caso segue sendo apurado em sigilo.

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